...porque as melhores coisas nunca são de saber, não há quem as saiba dizer, são coisas de ser...







quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quero amar-te pelo tempo de um poema...




Quero amar-te pelo tempo de um poema... perder-me na mais bela poesia que hei-de ler... um poema que só tu me pões a ler em linhas que desenho pelo teu ser... Eu não sabia este escrever... Este é o poema que me escreve, é feito com simples palavras que te amam e mo obrigam a dizer... um Amor em palavras de escrever...Quero amar-te pelo tempo de um poema...

terça-feira, 6 de abril de 2010

CORAÇÃO...





...um quase único lugar capaz de desacertar tudo o que a Ciência é capaz de estudar... eterno lugar onde o espaço deixa de importar, embora minúsculo no seu parecer, o espaço está lá, para conseguir caber mais um bocadinho do amar...o espaço/coração é uma espantosa "admoração"... embora sempre a enganar, dá-nos a ideia que vai rebentar mas... cada dia cresce um pouco, o pouco que vai chegar para o Amor lá encaixar... O coração é um espaço que nos põe no espaço a pensar...e ficamos sem saber: é o coração que tem espaço ou o Amor é de esticar?...E uma tal de Física, que dizem nos pode ajudar, o Amor só quer ignorar, diz que só a vai baralhar e nem nos quer responder... qual será então a Ciência a que o Amor vai recorrer para explicar o seu caber?...


Esta questão, não é questão, nem é pergunta, é loucura, nem o Amor para a entender, por muitos anos que passem o Amor não é Ciência, o Amor não é de entender...Só quem nunca amou um dia, pode pensar ser capaz de encontrar esta resposta: eterna interrogação para tamanha complicação: o Amor não tem resposta, experimentem perguntar-lhe: só sabe dizer do amar... E um dia, o Amor ainda vai ensinar a Ciência a experimentar e num mundo de pernas para o ar, é o Amor que nos vai começar a explicar... A Ciência, essa só vai complicar ao fazer-nos acreditar que tudo conseguimos explicar... e esta enorme confusão há-de acabar numa estação em que a Ciência há-de conhecer o gosto de uma paixão...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Não me venham perguntar...



Amar é ler pensamentos que ninguém sonhou que eram de ter...
Amar é não ser nada e nem se importar por não ser...
Amar é ficar sem ver nada e ainda ter a certeza de nada mais querer ver...
Amar é andar a sorrir sem saber ou chorar a ver o mundo à sua frente a aparecer...
Amar é nada saber... olhar uns olhos e saber que basta esse conhecer...
Amar é deixar de saber falar e entender só um dizer...
Amar é amar o amar que tu me vens entregar e atirar-te o meu amar só porque já não há lugar, não há espaço em meus braços para tanto amar guardar...e ficar sem querer saber do cair que ele vai ter, só para ficar a ver o teu ar, aquela maneira que tens de apanhar o meu amar...e não te poder abraçar com tanto amor para segurar...e sentir o teu beijar... o beijar do teu amar...
Amar...não me venham perguntar... amar é quando alguém deixa de saber falar, porque fica a saber ler, o que pensa que é pensar...não me venham perguntar...




domingo, 4 de abril de 2010

Ser feliz...



Um feliz dia para ti, porque a Páscoa todos sabem, já é feliz...
Não te esqueças de colocar cada sonho teu no chocolate de um ovinho.Caçá-lo como uma criança que procura os seus ovos. Encher o cesto até transbordar com todos os desejos que lá puderem caber. E a tua vida ficará tal como a queres: muito mais doce...

sábado, 3 de abril de 2010




Adivinhar palavras...
Escrever só para te encontrar... palavras de tocar com o seu ler como tocam numa folha de escrever...
Palavras que eu amo porque ignoram que não sabem o dizer...são palavras de escrever... sentem o que não te sei dizer... dizem o tudo em que me consegues ler...
As outras... são palavras de dizer, todos as podem escrever...
Essas palavras que escrevo, eu nem sei se são palavras, são letras de te escrever...são palavras de aprender, a escrever, com as letras de um amar que não é amar de ler...é tudo o que não se consegue entender...é este sentir que me põe a escrever... palavras que nos põem a olhar...que nos fazem ver um Amor, que nem eu sei se é de ler...Não conseguir pensar em mais nada a não ser nas palavras que ali fiquei a ver...Poder sentir o teu ler e deixar de saber escrever...e ver o tempo a parar, por causa desse escrever...




escrever... eu escrevo só em ti...

sexta-feira, 2 de abril de 2010



AMOR...

Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive à sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.

Mahatma Gandhi



Quando a gente ama alguém de verdade
Esse amor não se esquece
O tempo passa, tudo passa, mas no peito
O amor permanece
E qualquer minuto longe é demais
A saudade atormenta
Mas qualquer minuto perto é bom demais
o amor só aumenta

Vivo por ela
Ninguém duvida
Porque ela é tudo
Na minha vida

Eu nunca imaginei que houvesse no mundo
Um amor desse jeito
Do tipo que quando se tem não se sabe
Se cabe no peito


Mas eu posso dizer que sei o que é ter
Um amor de verdade
E um amor assim eu sei que é pra sempre
É pra eternidade

Quem ama não esquece quem ama
O amor é assim
Eu tenho esquecido de mim
Mas d'ela eu nunca me esqueço

Por ela esse amor infinito
O amor mais bonito
É assim nosso amor sem limite
O maior e mais forte que existe

Roberto Carlos(retirado de "O Pensador")








POEMINHA AMOROSO

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo..."

Cora Coralina (retirado de "O pensador")